Mais Alguns Ídolos Do Handebol

08/06/2009

DHB Nationalmannschaft Maenner   Einzelportraet

Pascal Hens

Este alemão é fera! é Ala do HSV Hamburg.

Muitos vídeos com suas jogadas na Web.

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Kyung-Shin Yoon

É Sul Coreano e é Ala Direito do VFL Gummersbach Handeball.

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Gro Hammerseng

É capitã da seleção da Noroega, foi escolhida a segunda melhor jogadora de handebol do mundo.

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Chana Masson

Goleira da nossa seleção, é a melhor atleta da modalidade, entre as 6 do mundo em 2007. Joga atualmente no Copenhague (Dinamarca), mas já foi campeã europeia pelo El Serrobus-ESP (2000).

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Nadine Krause (GER)

Ninguém segura essa alemã, número um no ranking em 2007 e em 2006.

Fonte: http://www.matheustorres.wordpress.com

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Dentre Todos O Melhor:Bruno Bezerra Souza

04/06/2009

Quando se fala no nome de Bruno Souza, é impossível não pensar no maior ídolo do handebol brasileiro e um espelho declarado para muitos jogadores que surgiram após as conquistas do carioca. Nascido em Niterói, ele começou no handebol aos 13 anos, em um centro esportivo local. Mais tarde, saiu do Niterói Rugby Clube e mudou-se para São Paulo, para jogar na Metodista.

Apesar da ascensão, uma lembrança não tão boa ficou da infância. O armador sofreu um acidente de carro em 1993 e teve um deslocamento da vértebra que levou os médicos a aconselharem o jogador a abandonar o handebol. Depois de três meses parado, Bruno voltou a competir e disse que se tornou um jogador bem mais agressivo.

Os Jogos Pan-Americanos sempre foram fundamentais para o carioca, que aproveitou sua exposição na seleção para crescer. Em Winnipeg, no Canadá, em 1999, o armador se destacou ao marcar 14 gols na decisão. Mesmo com a derrota brasileira para a Argentina, o desempenho abriu caminho para a carreira de Bruno Souza deslanchar no exterior.

No mesmo ano, o armador se transferiu para o Frisch auf Goppingen, na Alemanha, equipe na qual viria se tornar o maior nome do handebol brasileiro. A equipe disputava havia 12 anos a segunda divisão do Campeonato Alemão. No fim da primeira temporada, Bruno foi vice-artilheiro do torneio. Na segunda temporada, foi o maior goleador e o time subiu para a divisão principal. Durante três anos seguidos (2002, 2003, 2004) foi eleito para a seleção do mundo.

Em 2003, aconteceram as duas consagrações que colocaram o brasileiro como estrela do esporte: uma internacional, ao ser eleito o terceiro melhor jogador de handebol do mundo. Outra com a seleção brasileira, justamente em um Pan: foi ele quem marcou o gol decisivo dando o ouro ao Brasil a dez segundos do fim da final contra a Argentina no Pan de Santo Domingo-03. Com a conquista, o jogador também ganhou fama no país, onde o handebol tem tratamento diferente da atenção recebida na Alemanha.

Em Atenas-04, quando o Brasil ficou em 10º lugar, Bruno foi o jogador mais marcado e ainda foi o artilheiro da seleção na Grécia, com 28 gols. Em 2005, ele sofreu sua maior lesão, quando rompeu os ligamentos do ombro e ficou cerca de oito meses parado. Já em 2006, Bruno se transferiu para o Hamburgo, um dos times mais fortes da Liga alemã.

Na transição de clube, o armador pediu dispensa da seleção que disputaria o Pan da modalidade, o que gerou atritos com o técnico espanhol Jordi Ribera. O problema culminou no corte do armador, que assistiu da arquibancada o Brasil ser eliminado na primeira fase do Mundial da Alemanha em 2007. Com a polêmica resolvida, Jordi voltou a contar com Bruno no Pan do Rio. Jogando pela primeira vez em casa, o armador se consagrou com o bicampeonato, sendo um dos líderes na conquista.

Dois meses antes dos Jogos de Pequim, Bruno anunciou sua mudança para o handebol espanhol, nove anos após sua mudança para a Alemanha. Ele troca o Hamburgo pelo BM Alcobendas, de Madri. Outra mudança foi em seu estado civil. Um dia antes de embarcar rumo às Olimpíadas, ele se casou com a conterrânea Renata, abrindo mão, assim, da lua-de-mel.

Fonte: http://olimpiadas.uol.com.br/2008/atletas-brasileiros/handebol/bruno-souza.jhtm


Ídolos Do Handebol

21/05/2009

Ídolos do Handebol Mundial

Bruno Bezerra Souza (BRA)

BruninhoNRAltura: 1,91 m

Peso: 90 kg

Nascido na cidade de Niterói, no dia 27 de junho de 1977, Bruninho (como é conhecido no NR) deu seus primeiros passos no Handebol com o Prof. Brasil, no Centro Educacional de Niterói.

Entrou em seguida para o Niterói Rugby, onde se revelou como um dos melhores jogadores do país. Aos 18 anos (1995) a Metodista, uma das equipes de maior estrutura do país, fez uma proposta que o fez sair do NR.

Bruno ainda teve passagem pelo Vasco da Gama, antes de ir para a Alemanha jogar a liga mais forte do planeta pelo Frisch auf Göppingen.

Na Alemanha, onde joga atualmente, ajudou sua equipe a ir para a 1ª divisão, tendo sido o melhor estrangeiro da liga.

Pela seleção brasileira jogou mundias juniores e os mundias do Japão (1997), Egito (1999) e da França (2001).

É, sem dúvida, o maior ídolo da história do handebol nacional e, atualmente, um dos melhores jogadores do mundo.

Andrei Lavrov (RUS)

Lavrov

Altura: 1,94 m
Peso: 93 kg

Nascido na Rússia em 1962, Lavrov, o jogador mais experiente da atual seleção russa, iniciou sua carreira em 1979 jogando pelo Kranosdar.

Suas brilhantes defesas o levaram a jogar na segunda divisão do handebol alemão, mais precisamente, no Tus Dansenberg.

Após algumas temporadas, o goleiro russo passou a defender as cores do TV Niederwurzbach, da primeira divisão da Bundesliga (Campeonato Alemão), e de lá se transferiu para o Zagreb, da Croácia, no início de 1999.

Aos 38 anos, Lavrov tem um dos melhores currículos internacionais entre os jogadores que estão em atividade no mundo.

Currículo:

  • Medalha de Ouro em Seul, em 1988
  • Medalha de Ouro em Barcelona, em 1992
  • Campeão Mundial na Suécia, em 1993
  • Campeão Mundial no Japão, em 1997
  • Duas vezes vice-campeão na Tchecoslováquia e Egito, em 1990 e 1999, respectivamente
  • Eleito cinco vezes para o “All-Star Team”

Magnus Wislander (SUE)

Wislander

Altura: 1,94 m
Peso: 93 kg

Nascido em 1964, na cidade Gotemburgo, Wislander teve um início de carreira no mínimo curioso. Não pôde largar a profissão de carteiro para se dedicar única e exclusivamente ao esporte.

Após defender algumas equipes regionais e se destacar, foi convocado pela primeira vez para a seleção de seu país em 1986, para o Mundial da Suíça. Sua missão não era nada fácil: substituir Mats Lindau, um dos craques da seleção suéca que se lesionou dias antes do mundial.

Suas apresentações internacionais despertaram o interesse de várias equipes. Entre elas, o THW Kiel, da Alemanha, clube que defende desde 1990.

Wislander é, na opinião de experts do handebol internacional, um dos favoritos para conquistar o título de melhor jogador do século.

Currículo:

  • Medalha de prata em Barcelona, em 1992
  • Medalha de prata em Atlanta, em 1996
  • Campeão Mundial na Tchecoslováquia, em 1990
  • Campeão Mundial no Egito, em 1999
  • Vice-campeão Mundial no Japão, em 1997
  • Terceiro colocado no Mundial da Suécia, em 1993
  • Terceiro colocado no Mundial da Islândia, em 1995
  • Foi eleito o melhor jogador do mundo 1990
  • Quatro vezes eleito para o “All-Star Team”

Talant Duishebaev (ESP)

Duishebaev

Altura: 1,85 m

Peso: 87 kg

Nascido na cidade de Kirgysia (Rússia), Duishebaev se naturalizou espanhol em 1994 e foi morar na cidade de Santader com sua esposa Olga e seus filhos, Daniel e Alex.

Duishebaev iníciou sua carreira no Frunze, da Rússia, e lá ficou até 1986. Transferiu-se para o ZSKA Moscou, onde jogou até 1992. De 1992 a 1997 atuou pelo Caja Cautabria Santander. Logo transferiu-se para o melhor campeonato de handebol do mundo: a Bundesliga (Campeonato Alemão). Antes de chegar ao GWD Minden, onde joga atualmente, ele passou pelo Tus Neittelstedt.

Currículo:

  • Campeão Olímpico em Barcelona (1992)
  • Medalha de Bronze em Atlanta (1996)
  • Campeão Mundial na Suécia (1993)
  • Campeão Mundial Junior na Espanha (1989)
  • Vice-campeão europeu em 1996 e 1998
  • Eleito o melhor jogador do mundo nos anos 1994 e 1996
  • Quatro vezes eleito para o “All-Star Team”

Jackson Richardson   (FRA)

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Altura: 1,85 m
Peso: 82 kg

Nascido em Sr. Pierre, numa ilha francesa chamada Ilha da Reunião, Richardson começou sua carreira no OM Vitrolles, e desde 1998 disputa a Bundesliga (Campeonato Alemão) jogando pelo TV GrossWallstadt.

Currículo:

  • Campeão Mundial na Islândia (1995)
  • Vice-campeão Mundial na Suécia (1993)
  • Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos de Barcelona (1992)
  • Eleito o melhor jogador do mundo em 1995
  • Três vezes eleito para o “All-Star Team”

Fonte:http://niteroirugby.vilabol.uol.com.br/NRidolos.htm